A Polícia prendeu nesta quarta-feira (18) dois homens suspeitos de envolvimento direto no assassinato do comerciante Paulo Alves Pereira, de 50 anos, ocorrido na última terça-feira (16), no bairro Areia Branca, em Petrolina. As prisões aconteceram no bairro Terras do Sul.
Segundo as investigações, um dos detidos seria o autor dos disparos, enquanto o outro teria participado da ação conduzindo a motocicleta utilizada na fuga.
Durante os procedimentos policiais, um dos suspeitos confessou o crime e revelou que teria recebido a promessa de pagamento de R$ 5 mil para executar a vítima.
O que mais chama atenção no caso é que, conforme apurado pela polícia, o suposto mandante já se encontrava preso quando teria determinado a morte do comerciante.
EXECUÇÃO FOI REGISTRADA POR CÂMERAS
Imagens de câmeras de segurança registraram toda a ação criminosa.
Nas gravações, dois homens chegam ao local em uma motocicleta. O passageiro desce, caminha até o estabelecimento comercial e realiza os disparos contra o comerciante.
Após o ataque, o criminoso retorna para a motocicleta e foge com o comparsa.
Paulo Alves chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
As imagens foram fundamentais para auxiliar os investigadores na identificação dos suspeitos.
O QUE MAIS PREOCUPA?
O caso volta a levantar uma discussão delicada sobre a atuação de organizações criminosas e a influência de detentos fora das unidades prisionais.
Embora a investigação ainda esteja em andamento, a informação de que a ordem teria partido de dentro de um presídio chama atenção para um problema recorrente em diversas regiões do país: a capacidade de criminosos continuarem articulando ações externas mesmo estando privados de liberdade.
A população espera agora que a investigação avance para esclarecer a motivação do crime e identificar todos os envolvidos na ação.
INVESTIGAÇÃO CONTINUA
Apesar das prisões, a Polícia segue investigando o caso.
Os investigadores trabalham para esclarecer a dinâmica completa do crime, confirmar a participação dos envolvidos e aprofundar as informações relacionadas ao suposto mandante.
Os suspeitos permanecem à disposição da Justiça.
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