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Vacina de Oxford gerou resposta imune em testes iniciais contra Covid-19, diz estudo

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(FILES) In this file photo taken on March 26, 2020 a researcher works on the diagnosis of suspected coronavirus COVID-19 cases in Belo Horizonte, state of Minas Gerais, Brazil, on March 26, 2020. - Brazil said on June 27, 2020 it had reached a deal to produce up to 100 million doses of the coronavirus vaccine being developed by Oxford University, which the country is helping to test. The vaccine, which Oxford is working on with pharmaceuticals group AstraZeneca, is one of the most promising of the dozens that researchers worldwide are racing to test and bring to market. (Photo by Douglas MAGNO / AFP)
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Estudo divulgado na manhã desta segunda-feira (20) na revista científica The Lancet aponta bons resultados da vacina da Universidade de Oxford contra o novo coronavírus. A pesquisa, em parceria com a biofarmacêutica anglo-sueca AstraZeneca, foi realizada com cerca de 1.077 pessoas saudáveis. Os resultados são das fases um e dois dos testes.
O estudo foi do tipo randômico, com grupo de controle, que recebeu uma vacina de meningite, e cego, no qual os voluntários não sabem qual medicamento foi administrado.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a vacina desenvolvida pela universidade britânica é uma das três opções que estão na versão da fase três de testes. Com base no estudo, a resposta imune pode ser ainda mais efetiva quando uma segunda dose é administrada.
Entre os efeitos colaterais, apesar de pequenos, estavam fadiga e dores de cabeça. Dor no local da injeção, dores musculares, calafrios e estado febril também foram notados. De acordo com a divulgação, eles puderam ser reduzidos quando os pacientes tomaram paracetamol.
Apesar de conseguir criar uma resposta imune ao vírus, ainda é preciso descobrir se a vacina pode proteger efetivamente as pessoas de uma infecção.
Para pesquisadores, uma vacina ideal contra o vírus deve ser efetiva após uma ou duas doses, trabalhar em grupos de risco, como adultos e pessoas com condições pré-existentes, garantir uma proteção de, no mínimo, seis meses e reduzir a infecção pelo SARS-CoV-2.
Os dados foram coletados entre os dias 23 de abril e 29 de maio e os testes ainda estão acontecendo.
Essa foi a primeira divulgação dos dados relacionados à vacina de Oxford. (DP)
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