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Anvisa define requisitos para pedido de uso emergencial de vacina da Covid-19

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(FILES) In this file photo Dr. Nita Patel, Director of Antibody discovery and Vaccine development, lifts a vial with a potential coronavirus, COVID-19, vaccine at Novavax labs in Gaithersburg, Maryland on March 20, 2020, one of the labs developing a vaccine for the coronavirus, COVID-19. - The Canadian government announced on August 31, 2020 a deal with American biotech firm Novavax for 76 million doses of its Covid-19 vaccine in development, if it proves to be effective against the new coronavirus. The NVX-CoV2373 vaccine candidate, which is currently in Phase 2 clinical trials to evaluate its safety and immunogenicity, could be delivered in the second quarter of 2021, Ottawa and the company said in a joint statement. Procurement Minister Anita Anand said the deal "will give Canadians access to a promising COVID-19 vaccine candidate." (Photo by ANDREW CABALLERO-REYNOLDS / AFP)
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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou nesta quarta-feira (2) um guia com as exigências para o pedido do uso emergencial das vacinas da Covid-19.

  • Segundo a reguladora, cada caso e pedido será analisado. A decisão será tomada pela Diretoria Colegiada;
  • Serão considerados estudos não-clínicos e clínicos (em humanos);
  • Será avaliada a qualidade, boas práticas de fabricação, estratégias de monitoramento e controle, resultados provisórios de ensaios clínicos, entre outras evidências científicas;
  • A empresa interessada deverá apresentar as informações que comprovem que a fabricação e a estabilidade do produto garantem a qualidade da vacina;
  • É necessário também que a vacina seja acompanhada de um Dossiê de Desenvolvimento Clínico de Medicamento (DDCM) aprovado pela agência;
  • O estudo clínico na fase 3 – última etapa de testes – deve estar em andamento e condução no Brasil.

A agência faz a ressalva de que o uso emergencial de um produto será liberado apenas para o público previamente definido e testado nos estudos. Além disso, diz que a autorização não irá substituir o registro sanitário no Brasil, que deverá ser exigido para a ampliação do produto a toda a população. (G1)

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