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Servidora pública presta queixa contra eleitores de Bolsonaro por agressão

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Prestou queixa a polícia na tarde desta quinta-feira (11), em Recife, a servidora pública Paula Pinheiro Ramos Pessoa Guerra, conhecida como Pipa, 37 anos, sobre a agressão que sofreu no último domingo, dia de eleição.

Paula foi brutamente espancada e teve o punho quebrado, por dois homens e uma mulher no domingo (7), no bar O Pioneiro da Fava, no bairro de Cajueiro, na capital pernambucana. O caso foi denunciado por amigos da servidora pública pelas redes sociais. Paula foi operada e precisou colocar uma placa no pulso.

De acordo com denúncia da produtora cultural Érica Santos, amiga da vítima, a agressão teria partido de apoiadores do candidato à presidência pelo partido PSL, Jair Bolsonaro. Segundo ela, Pipa estava usando bottons e adesivos em apoio ao candidato Ciro Gomes (PDT) e com as palavras do movimento “Ele Não”. Os dois homens e a mulher começaram a agredir verbalmente a servidora pública, que trabalha na Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj).

A agressão física se deu depois que, percebendo que um dos homens estava armado, Paula começou a gravar em vídeo. Isso teria provocado a reação agressiva dos suspeitos. Paula foi submetida a uma cirurgia, passa bem, embora esteja psicologicamente muito abalada.

Nesta quinta (11), a Fundaj divulgou nota repudiando a violência todo e qualquer ato de violência. A fundação pede que as autoridades policiais apurem a agressão sofrida pela servidora Paula Guerra e puna os envolvidos.

Através do twitter o candidato do PSL se manifestou condenando a violência e rejeitando o voto de quem pratica atos dessa natureza.

“Dispensamos voto e qualquer aproximação de quem pratica violência contra eleitores que não votam em mim. A este tipo de gente peço que vote nulo ou na oposição por coerência, e que as autoridades tomem as medidas cabíveis, assim como contra caluniadores que tentam nos prejudicar”.

Com informações Diário de Pernambuco 

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