A Praça Nova do Congresso se transformou em um verdadeiro centro de operações de emergência durante a realização da Simulação de Incidente com Múltiplas Vítimas (IMV), promovida pela Prefeitura de Senhor do Bonfim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde e das equipes do SAMU Regional.
O cenário criado para o treinamento não foi escolhido por acaso. A atividade simulou o colapso de uma estrutura de palco após uma eletrocussão, seguido por um princípio de incêndio e desabamento parcial, situação que poderia acontecer em eventos de grande porte e que exige resposta imediata das equipes especializadas.
As vítimas fictícias apresentavam diferentes níveis de gravidade, incluindo queimaduras, choques elétricos, fraturas, escoriações e até casos de pisoteamento. O objetivo era desafiar os profissionais a tomar decisões rápidas, estabelecer prioridades e atuar de forma coordenada para reduzir danos e preservar vidas.
Segundo a secretária municipal de Saúde, Renata Mercês, o treinamento reforçou a importância da integração entre os diversos órgãos envolvidos no atendimento pré-hospitalar.
“O evento demonstrou a relevância do serviço prestado pelo SAMU à população e a importância da integração com as demais instituições envolvidas no atendimento e resgate. Além disso, serviu para capacitar ainda mais as equipes e fortalecer o trabalho conjunto em situações de emergência”, afirmou.
Participaram da ação equipes do SAMU de Senhor do Bonfim e dos municípios da regional, além do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar, Guarda Civil Municipal, DMTRANS, brigadistas e estudantes da Ages, que atuaram como vítimas e figurantes para tornar o exercício mais próximo da realidade.
Para o diretor administrativo do SAMU, Jônatas Almeida, a iniciativa também fortalece a confiança no trabalho desenvolvido pelos profissionais.
“Foi um momento de grande aprendizado e integração multiprofissional. Fico muito feliz e lisonjeado em saber que contamos com equipes capacitadas e aptas para atender qualquer tipo de situação que possa acontecer, sempre buscando oferecer uma resposta rápida e eficiente à população”, destacou.
Embora não tenha havido vítimas reais, a simulação serviu para identificar pontos de melhoria, testar protocolos e reforçar a preparação das equipes para situações que podem fazer a diferença entre a vida e a morte.
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