Em conversa com apoiadores na manhã desta quarta-feira (3/3), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou as medidas de isolamento para conter a Covid-19 e a ampla divulgação pela imprensa da situação da pandemia no Brasil.
Em conversa com apoiadores na manhã desta quarta-feira (3/3), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) criticou as medidas de isolamento para conter a Covid-19 e a ampla divulgação pela imprensa da situação da pandemia no Brasil.
“Criaram pânico, né? Problema tá aí, lamentamos, mas você não pode entrar em pânico. Que nem a política, de novo, do ‘fica em casa’. Pessoal vai morrer de fome? De depressão?”, disse a apoiadores na saída do Palácio da Alvorada.
Nessa terça-feira (2/3), a média móvel de mortes em decorrência da Covid-19 no Brasil bateu novo recorde pelo sétimo dia consecutivo, chegando a 1.261, o número mais alto desde o início da pandemia.
O indicador, em comparação com o verificado há 14 dias, sofreu acréscimo de 21%, o que demonstra avanço da doença.
Em números absolutos, o país registrou 1.641 óbitos causados pelo novo coronavírus — terceiro maior registro — e 59.925 novas infecções nas últimas 24 horas, segundo o mais recente balanço divulgado pelo Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass).
No total, o Brasil já perdeu 257.361 vidas para a doença e computou 10.646.926 casos de contaminação.
O presidente também reclamou, mais uma vez, da imprensa. “Para a mídia, o vírus sou eu”, disse, afirmando que cancelou as assinaturas re revistas e jornais e que não assiste mais ao Jornal Nacional, da TV Globo. (Metrópoles)
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